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01-Gestão da qualidade

Objetivos
  • Propiciar uma visão geral sobre gestão da qualidade. Iniciando por uma visão histórica e das contribuições dos gurus até aplicações contemporâneas e modelos modernos como o 6 sigma.
Conteúdos adicionais

A qualidade, segundo a ISO (International Organization for Standardization) é a "totalidade das características de uma entidade que lhe confere a capacidade de satisfazer necessidades explícitas e implícitas dos clientes" em que:

Países membro da ISO (em azul)

  • Necessidades explícitas: são especificadas em contrato;
  • Necessidades implícitas: são as que as empresas precisam satisfazer, embora não especificadas em contrato, para obter um diferencial competitivo.
A qualidade teve forte desenvolvimento no Japão. Deming, um estatístico que atuou na área de Controle de Qualidade das forças armadas dos EUA na II Guerra Mundial, disseminou o PDCA e o Controle Estatístico da Qualidade (CEQ) no Japão pós-guerra para reconstrução da indústria Japonesa. Deming havia trabalhado com Shewhart, pai do PDCA e do CEP. Deming levou Juran para o Japão (1950). Este criou o gráfico de Pareto (80-20). Juran também postulava que a qualidade deve ser tratada pela alta administração. Ishikawa, um discípulo de Deming, lançou a ideia das 7 ferramentas da qualidade. Este conjunto de técnicas foi intensivamente aplicado nas indústrias nipônicas por meio de treinamentos e CCQ (Círculos de Controle de Qualidade). Ishikawa afirma que o uso das ferramentas resolve 95% dos problemas da qualidade. As 7 ferramentas da qualidade estão associadas às 7 armas dos samurais, fazendo uma alusão à competitividade e sobrevivência das empresas. 
As técnicas e a cultura da qualidade são reconhecidas por meio de instituições (FNQ) e prêmios (como o Prêmio Nacional da Qualidade, do CNPq ou fundação Gerdaux).

Gurus:
Juran:
Deming:
A. Feigenbaum:
Ishikawa:
Shingo:
Taguchi:
Garvin:
Akao:
Falconi:

ISO para Gestão da Qualidade